{"id":1,"date":"2012-07-03T15:01:36","date_gmt":"2012-07-03T15:01:36","guid":{"rendered":"http:\/\/amigosinstitutohistoricodc.com.br\/?p=1"},"modified":"2012-09-21T18:17:22","modified_gmt":"2012-09-21T18:17:22","slug":"ola-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amigosinstitutohistoricodc.com.br\/?p=1","title":{"rendered":"Baixada Fluminense"},"content":{"rendered":"<p><strong>BAIXADA FLUMINENSE &#8211; Tania Amaro\u00b9<\/strong><\/p>\n<p>A Baixada Fluminense \u00e9 uma regi\u00e3o que vem se afirmando ao longo dos anos. Sua ocupa\u00e7\u00e3o foi iniciada com a funda\u00e7\u00e3o da cidade do Rio de Janeiro, no ano de 1565, esta que serviu de base para a expuls\u00e3o dos franceses que haviam ocupado a ba\u00eda de Guanabara no s\u00e9culo XVI.<\/p>\n<p>O conceito de Baixada Fluminense \u00e9 uma express\u00e3o poliss\u00eamica que depende do interesse dos pesquisadores, da escala de observa\u00e7\u00e3o, da atua\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es ou grupos pol\u00edticos. A express\u00e3o pode assumir configura\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas, econ\u00f4micas, pol\u00edticas e culturais diferenciadas. Segundo o dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio, baixada significa \u201cplan\u00edcie entre montanhas\u201d, j\u00e1 fluminense origina-se do latim (flumen, que significa \u201crio\u201d); esta denomina\u00e7\u00e3o se aproxima da de \u201ciguassu\u201d que na l\u00edngua tupi significa \u201cmuita \u00e1gua\u201d. Esta designa\u00e7\u00e3o j\u00e1 era utilizada pelos nativos da regi\u00e3o antes da chegada dos europeus e, provavelmente, pelo Rio Igua\u00e7u contar, em seu entorno, com muitas \u00e1reas alagadi\u00e7as. Aproximando-se destas concep\u00e7\u00f5es, a Baixada Fluminense seria uma regi\u00e3o de terras baixas, planas, recortadas por rios e, em boa parte, alagadi\u00e7as, que estaria compreendida entre as cidades de Campos, no extremo norte do Estado do Rio de Janeiro, e Itagua\u00ed. Esta interpreta\u00e7\u00e3o est\u00e1 ligada \u00e0s an\u00e1lises hist\u00f3ricas que tratam da realidade regional at\u00e9 o s\u00e9culo XIX, e aproxima-se de um conceito muito utilizado pelos ge\u00f3grafos, o de Rec\u00f4ncavo Guanabarino: \u00e1rea de terras baixas entre a Serra do Mar e a Ba\u00eda de Guanabara, estendendo-se de S\u00e3o Gon\u00e7alo a Nova Igua\u00e7u. <\/p>\n<p>Atualmente, a denomina\u00e7\u00e3o Baixada Fluminense designa uma s\u00e9rie de munic\u00edpios que, de acordo com o objetivo das pesquisas, pode relacion\u00e1-la a uma \u00e1rea mais pr\u00f3xima ao entorno da Ba\u00eda de Guanabara ou ainda, a uma extens\u00e3o que abranja munic\u00edpios mais distantes. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s a expuls\u00e3o dos franceses no s\u00e9culo XVI, as \u00e1reas do Rec\u00f4ncavo da Guanabara desenvolveram-se atrav\u00e9s da doa\u00e7\u00e3o de sesmarias, lotes extensos de terras concedidos pela Coroa portuguesa \u00e0queles que deveriam ocupar esta parte da col\u00f4nia e iniciar o processo de produ\u00e7\u00e3o que atendesse \u00e0s demandas da metr\u00f3pole. Atrav\u00e9s dos rios que cortavam a regi\u00e3o do Rec\u00f4ncavo da Guanabara \u2013 Meriti, Sarapu\u00ed, Igua\u00e7u, Inhomirim, Mag\u00e9 , Suru\u00ed, entre outros \u2013, a ocupa\u00e7\u00e3o portuguesa foi se implementando e dezenas de engenhos de a\u00e7\u00facar, capelas e povoados foram surgindo.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o sempre teve uma posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gia e uma rela\u00e7\u00e3o estreita e significativa com a cidade do Rio de Janeiro, sendo \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o de alimentos para a cidade, assim como, tamb\u00e9m, \u00e1rea de passagem do ouro que vinha das Minas Gerais no s\u00e9culo XVIII, em dire\u00e7\u00e3o ao porto carioca. Com a necessidade do escoamento do ouro e o abastecimento da prov\u00edncia mineira, a Baixada da Guanabara passou a ter import\u00e2ncia estrat\u00e9gica, pois se transformou em \u00e1rea obrigat\u00f3ria de passagem, por conta de seus rios, bem como pelas estradas que foram abertas atrav\u00e9s das serras para que o tr\u00e2nsito de mercadorias se desenvolvesse melhor. O \u201cCaminho Novo\u201d ou \u201cdo Pilar\u201d, aberto devido \u00e0s necessidades oriundas da minera\u00e7\u00e3o, entre elas a necessidade de um caminho r\u00e1pido, econ\u00f4mico e seguro, que ligasse o Rio de Janeiro \u00e0 regi\u00e3o mineira, intensificou as rela\u00e7\u00f5es daquela cidade com os portos da Estrela, Pilar e Igua\u00e7u, promovendo a intera\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da navega\u00e7\u00e3o no interior da ba\u00eda. Durante o s\u00e9culo XVIII, eram tr\u00eas os caminhos oficialmente reconhecidos entre o Rio de Janeiro, atrav\u00e9s da Baixada da Guanabara, e a regi\u00e3o das Gerais. Entre 1699 e 1704, foi aberto o Caminho Novo do Pilar; no ano de 1724, o Caminho Novo de Inhomirim; e, em 1728; o Caminho Novo do Tingu\u00e1. Todos esses caminhos, depois de subir a serra do Mar, se encontravam em St\u00ba. Ant\u00f4nio da Encruzilhada, pouco antes de atingir a margem direita do rio Para\u00edba. A designa\u00e7\u00e3o \u201cnovo\u201d era aplicada a qualquer estrada que viesse a ser aberta, assim existiam v\u00e1rios \u201ccaminhos novos\u201d ao mesmo tempo.<\/p>\n<p>Ainda, no s\u00e9culo XIX, as freguesias da Baixada da Guanabara, regi\u00e3o hoje conhecida como Baixada Fluminense, intensificaram ainda mais suas rela\u00e7\u00f5es com o Rio de Janeiro, abastecendo a ent\u00e3o capital com alimentos e madeira e passando a armazenar e escoar a produ\u00e7\u00e3o do caf\u00e9 do Vale do Para\u00edba, sendo tamb\u00e9m \u00e1reas de investimento do capital privado alocado na abertura de estradas e na constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Bar\u00e3o de Mau\u00e1 (1854), principais vias de circula\u00e7\u00e3o de mercadorias do eixo Minas Gerais &#8211; Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos deixar de citar a inaugura\u00e7\u00e3o da primeira estrada de ferro constru\u00edda no Brasil, no ano de 1854, quando, no dia 30 de abril, o Bar\u00e3o de Mau\u00e1 concretizava projeto, que ligando o porto de Mau\u00e1 \u2013 Esta\u00e7\u00e3o da Guia de Pacoba\u00edba \u00e0 regi\u00e3o de Fragoso, em Raiz da Serra, na subida para Petr\u00f3polis, iniciaria a era ferrovi\u00e1ria no Brasil e tornar-se-ia um marco hist\u00f3rico da ocupa\u00e7\u00e3o urbana na regi\u00e3o do rec\u00f4ncavo da ba\u00eda de Guanabara. Esse trecho da estrada de ferro era apenas o in\u00edcio de um projeto mais amplo, que pretendia reduzir o tempo que se gastava com o escoamento da produ\u00e7\u00e3o cafeeira do interior para o porto do Rio de Janeiro. Esta ferrovia provocou um impacto significativo no Rio de Janeiro, mas, sobretudo, na regi\u00e3o da Baixada da Guanabara. Depois dela, outras estradas de ferro foram inauguradas, como a Pedro II (1858) e a The Leopoldina Railway Company (1886), esta cortando a \u00e1rea de Merity, atual munic\u00edpio de Duque de Caxias.<br \/>\nA partir daquele momento, as estradas de ferro tornaram-se um marco hist\u00f3rico da ocupa\u00e7\u00e3o urbana, dando novo perfil \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o. Foi o in\u00edcio do fim dos portos fluviais, da navega\u00e7\u00e3o pelos rios e dos caminhos dos tropeiros, modificando por completo as rela\u00e7\u00f5es comerciais e a ocupa\u00e7\u00e3o do solo. Foi um momento de decad\u00eancia em v\u00e1rias \u00e1reas por onde o trem n\u00e3o passava, mas foi tamb\u00e9m o come\u00e7o do processo de surgimento de vilas e povoados que se organizaram ao redor das esta\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias, origem de muitos bairros e de cidades atuais da Baixada Fluminense.<\/p>\n<p>Portanto, a Baixada da Guanabara, ao longo dos s\u00e9culos, constituiu-se como uma importante regi\u00e3o de passagem entre o interior e o litoral. Esta posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica contribuiu decisivamente para transforma\u00e7\u00f5es tanto na cidade do Rio de Janeiro como na pr\u00f3pria regi\u00e3o, revelando uma estreita interdepend\u00eancia econ\u00f4mica, social e cultural.<\/p>\n<p>A partir das d\u00e9cadas que sucederam a II Guerra Mundial, os munic\u00edpios que integram a Baixada tiveram um crescimento demogr\u00e1fico acentuado, que foi resultado de processos migrat\u00f3rios de diversas \u00e1reas do Brasil e de tantas outras na\u00e7\u00f5es do mundo. Esta popula\u00e7\u00e3o t\u00e3o diversamente heterog\u00eanea \u00e9 composta por povos de diversas origens e identidades culturais, formando um mosaico riqu\u00edssimo de tend\u00eancias que se manifestam nos comportamentos sociais, nas artes, na pol\u00edtica, na economia e nos mais diversos campos da vida em sociedade.<\/p>\n<p>Apesar de envolvida com enormes conflitos ambientais devido a um desenvolvimento urbano desordenado, com problemas de polui\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia, a Baixada tem hoje um crescimento econ\u00f4mico acentuado, com a instala\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias e arrecada\u00e7\u00e3o de impostos, o que deve ser olhado com um vi\u00e9s cr\u00edtico. A hoje denominada Baixada Fluminense \u00e9 a segunda mais importante regi\u00e3o do Estado e uma das mais importantes microrregi\u00f5es do Pa\u00eds. Com uma popula\u00e7\u00e3o de mais de tr\u00eas milh\u00f5es e meio de habitantes, possui vasto patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e cultural, al\u00e9m de ser uma regi\u00e3o privilegiada pelos seus recursos naturais.<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><\/p>\n<p>LIVROS, ARTIGOS E TESES<br \/>\nABREU, Maur\u00edcio de Almeida. A Evolu\u00e7\u00e3o Urbana do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: IPLANRIO\/ZAHAR, 1988.<br \/>\nALVES, Jos\u00e9 Claudio Souza. Dos Bar\u00f5es ao exterm\u00ednio: uma hist\u00f3ria da viol\u00eancia na Baixada Fluminense. Duque de Caxias: Clio, 2003.<br \/>\nBELOCH, Israel. Capa Preta e Lurdinha: Ten\u00f3rio Cavalcanti e o povo da Baixada Fluminense. Rio de Janeiro: Record, 1986.<br \/>\nBEZERRA, Nielson Rosa. As conflu\u00eancias da escravid\u00e3o no Rec\u00f4ncavo da Guanabara: Igua\u00e7u e Estrela (1833-1888). Disserta\u00e7\u00e3o de mestrado. Vassouras: Universidade Severino Sombra, 2003.<br \/>\nBRAZ, Antonio Augusto; ALMEIDA, Tania Maria Amaro de. De Merity a Duque de Caxias: Encontro com a Hist\u00f3ria da Cidade. Duque de Caxias: APPH-Clio, 2010.<br \/>\nCOSTA VELHO, La\u00eds.  Caxias, ponto a ponto. (1953-1957). Duque de Caxias: Agora, 1965.<br \/>\nDUNLOP, Charles. Os Meios de Transporte do Rio Antigo. 2a. ed. Rio de Janeiro,1973.<br \/>\nFORTES, Maria do Carmo Cavalcanti. Ten\u00f3rio, o homem e o mito. S\u00e3o Paulo: Record, 1986.<br \/>\nFUCHS, Guilherme. Depoimentos e Reflex\u00f5es de um Teuto-Brasileiro. Uma cr\u00f4nica. Rio de Janeiro: Edi\u00e7\u00e3o do autor, 1988.<br \/>\nLACERDA, St\u00e9lio.  Uma passagem pela Caxias dos anos 60. Fragmentos de Mem\u00f3ria e registro diversos. Duque de Caxias: Edi\u00e7\u00e3o do Autor, 2001.<br \/>\nLAMEGO, Alberto Ribeiro. O Homem e a Guanabara. Rio de Janeiro: IBGE, 1964.<br \/>\nLEITE, Jos\u00e9 Roberto Teixeira. &#8220;Chineses entrados no Brasil 1814-1842.&#8221; In: _____. A China no Brasil: influ\u00eancias, marcas, ecos e sobreviv\u00eancia chinesas na sociedade e na arte brasileiras. Campinas, SP: Ed. da Unicamp, 1999. p. 269-275.<br \/>\nLESSER, Jeffrey, A negocia\u00e7\u00e3o da identidade nacional: imigrantes, minorias e a luta pela etnicidade no Brasil. Cap.2, A m\u00e3o-de-obra chinesa e o debate sobre a integra\u00e7\u00e3o \u00e9tnica. S\u00e3o Paulo: Editora UNESP, 2001.<br \/>\nLUSTOSA, Jos\u00e9. Cidade de Duque de Caxias: desenvolvimento hist\u00f3rico do munic\u00edpio \u2013 dados gerais. RJ: Gr\u00e1fica do IBGE, 1958.<br \/>\nMACEDO, Joaquim Manoel de. Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1991.<br \/>\nMARQUES, Alexandre dos Santos. Militantes da Cultura numa \u00c1rea Perif\u00e9rica. Disserta\u00e7\u00e3o de mestrado. Vassouras: Universidade Severino Sombra, 2005.<br \/>\nOLIVEIRA, Rafael da Silva. (Organizador). Baixada Fluminense \u2013 Novos Desafios. Rio de Janeiro: Paradigma, 2004.<br \/>\n______. A Rela\u00e7\u00e3o entre a Expans\u00e3o do Munic\u00edpio de Nova Igua\u00e7u e os Eixos de Transporte: algumas Considera\u00e7\u00f5es. Artigo. In: Baixada Fluminense \u2013 Novos Desafios. Rio de Janeiro: Paradigma, 2004.<br \/>\nPEIXOTO, Rui Afr\u00e2nio. Imagens Igua\u00e7uanas. Nova Igua\u00e7u: Tip. Col\u00e9gio Afr\u00e2nio Peixoto, 1968.<br \/>\nPEREIRA, Waldick. A Mudan\u00e7a da Vila (hist\u00f3ria igua\u00e7uana). Nova Igua\u00e7u: IHGNI, 1970.<br \/>\nPERES, Guilherme. A Fazenda de S\u00e3o Bento do Iguass\u00fa. In: Baixada Fluminense \u2013 A constru\u00e7\u00e3o de uma hist\u00f3ria. Org. G\u00eanesis Torres. Rio de Janeiro: IPAHB, 2004.<br \/>\n______. Baixada Fluminense: os caminhos do ouro. Rio de Janeiro: Cons\u00f3cio de Edi\u00e7\u00f5es, 1996.<br \/>\n______. Tropeiros e Viajantes na Baixada Fluminense. Rio de Janeiro: Shaovan, 2000.<br \/>\nQUATRO S\u00c9CULOS DE CULTURA: O RIO DE JANEIRO. Rio de Janeiro: UFRJ, 1966.<br \/>\nRUGENDAS, Jo\u00e3o Maur\u00edcio. Viagem Pitoresca ao Brasil. Cole\u00e7\u00e3o Reconquista do Brasil (Nova S\u00e9rie), vol. 2, 8a. ed. Belo Horizonte: Itatiaia; S\u00e3o Paulo: Ed. da Universidade de S\u00e3o Paulo, 1979.<br \/>\nSANTOS, Francisco Noronha. As Freguesias do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1965.<br \/>\nSIQUEIRA, Edmundo. Resumo Hist\u00f3rico de The Leopoldina Railway Co. Ltd. Rio de Janeiro: Gr\u00e1fica Editora Carioca, 1938.<br \/>\nSOUZA, Marlucia Santos de. Escavando o passado da cidade. A constru\u00e7\u00e3o do   poder pol\u00edtico local em Duque de Caxias \/ 1900-1964. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado. Niter\u00f3i: Universidade Federal Fluminense, 2002.<br \/>\nTORRES, Rog\u00e9rio. O Rio, o Burro e o Trem. Artigo. In: Revista Caxias Magazine, Duque de Caxias, 1994.<br \/>\nTORRES, G\u00eanesis (org.). Baixada Fluminense \u2013 A constru\u00e7\u00e3o de uma hist\u00f3ria. Rio de Janeiro: IPAHB, 2004.<\/p>\n<p><strong>SITES DA INTERNET<\/strong><br \/>\nhttp:\/\/ www.cmdc.rj.gov.br\/institutohist\u00f3rico<br \/>\nhttp:\/\/www.ibge.gov.br\/cidadesat\/topwindow.htm?1. [As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o oriundas de pesquisas e levantamentos correntes do IBGE e dados de outras institui\u00e7\u00f5es, como Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas, Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e do Desporto &#8211; INEP\/MEC; Departamento de Inform\u00e1tica do Sistema \u00danico de Sa\u00fade, Minist\u00e9rio da Sa\u00fade &#8211; DATASUS\/MS; Tribunal Superior Eleitoral &#8211; TSE; Banco Central do Brasil &#8211; BACEN\/MF, Secretaria do Tesouro Nacional, Minist\u00e9rio da Fazenda &#8211; STN\/MF e Departamento Nacional de Tr\u00e2nsito &#8211; DENATRAN\/MCidades (Minist\u00e9rio das Cidades).]<br \/>\nhttp:\/\/www.tse.jus.br\/eleicoes\/estatisticas\/quantitativo-do-eleitorado\/consulta-por-municipio-zona<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p><strong>\u00b9<\/strong> &#8211; Mestranda do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Letras e Ci\u00eancias Humanas da UNIGRANRIO. Professora de Hist\u00f3ria da rede estadual de ensino e da gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da UNIGRANRIO. Coordenadora da P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o lato sensu Hist\u00f3ria Social da Baixada Fluminense. S\u00f3cia fundadora e diretora de pesquisa da Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Instituto Hist\u00f3rico \/ CMDC. Diretora do Instituto Hist\u00f3rico da C\u00e2mara Municipal de Duque de Caxias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BAIXADA FLUMINENSE &#8211; Tania Amaro\u00b9 A Baixada Fluminense \u00e9 uma regi\u00e3o que vem se afirmando ao longo dos anos. 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